terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

O projeto "Tô na Comunidade" - Patrocinada pela Roche Brasil


"Não é um quarteto fantástico, a liga da justiça, super homem, mulher maravilha. É um grupo que começou a usar o poder do Teatro pra mudar o mundo. Não temos visão de raio laser, mas vemos um mundo melhor, bonito, arteiro. Nossa visão enxerga, nos alerta dos vilões que temos que enfrentar. Começamos cedo, mas não éramos independentes. Nossas missões foram cumpridas, de nos tornarmos cidadãos melhores, através da Cia de Teatro Vizinho Legal.
Pronto? Missão cumprida? Não. A vida não pode parar. A música tem que tocar e a arte não pode perder a cor. Foram sete anos de cia. Nos transformamos e resolvemos nos unir pra correr atrás do mundo...buscando independência. Tô em Outra Cia. Teatro surge no ano de 2012. Com pés no chão, figurino, palavras e cantos, gritamos ao mundo. Estamos aqui. Aqui e agora. Conquistamos com nosso suor um apoio que veio nos dar as mãos.
Agora "estamos na comunidade" com sonhos voando como balões. Com crianças vendo a simplicidade da arte através de suas próprias ruas, seus próprios caminhos. Agradecimentos à Roche Brasil que, através de seu Selo Vizinho Legal de Responsabilidade Social, tornou-se nossa patrocinadora, nossa bat caverna, nossa liga da justiça.
Agora com esse reforço, vamos mais longe. Vamos de rua em rua, de bairro em bairro. Despertando em cada um o poder de sonhar. Vamos em frente. Em busca do despertar dos nossos e do sonho de cada plateia." - Texto de Andreza Rodrigues e Thuane Campos

sábado, 14 de dezembro de 2013

Apresentação no Instituto PIVI - Projeto de Incentivo a Vida



Um espaço diferente, distante.
Pegamos ônibus, trem e o "Papai Noel" veio nos buscar. Papai Noel na verdade era um dos funcionários do PIVI- Projeto Incentivo a Vida. Época de Natal, nos convidaram para fazer uma apresentação para as crianças.
Assim que chegamos, fomos recepcionados pelo Eduardo (diretor do PIVI), nos apresentou o local. Era grande. Dormitórios, pátio, salas, refeitório. Apresentou os funcionários que passavam por nós enquanto fazíamos o tour.

Almoçamos.
- Gente hoje vai ser chuva de confete ou de água?
- Hoje? Confete!!!
Nos maquiamos, trocamos de roupa, alongamos o corpo, aquecemos a voz, e de repente, ali escondidos pras crianças não verem a surpresa, sentimos o coração acelerar, aquela expectativa de entrar em cena. 
As crianças passavam pelo corredor:
- Silêncio, elas podem nos ouvir agora. Elas vão descobrir a gente!!!
Ficamos só ouvindo no escuro os passos e as conversas delas. As borboletas em nossas barrigas se reviravam mais e mais. Então um sussurro abre a porta e anuncia:
-Gente, podem subir, elas já estão acomodadas em seus lugares.



Mentalizamos "Sucesso e muita merda!" e subimos.
-Ei, você viu Orfeu?
- Orfeu!!!
-Orfeu!!!
E as crianças cochichando, e a gente de coração acelerado a cada palavra e a cada passo dado. Os balões chamavam atenção, os olhos arregalavam a cada balão que fincava no teto. Um encanto só. Contamos a história. Aplausos. Confetes. Sorrisos. Joelhos no chão pra ficar no mesmo nível que as crianças. Chuva de confetes misturados com abraços, agradecimentos e elas questionando:
- Por que você era má?
- Me da aquele balão?
Ficamos ali naquela chuva de confetes por um bom tempo brincando com elas. E ali o chão cheio de papel picado deixava a magia presente. Comemos bolo, ganhamos doces, nos permitimos voltar a infância. Até irmos embora. Em meio a doces e refrigerante nos despedimos. Papai Noel veio nos buscar.
Alfaia, caixa, mochilas e nós na van. 
- Tchau Papai Noel!!! - Risos.
- Tchau gente!
Pegamos o trem, pegamos o ônibus e cada um chegou em casa com o coração cheio de confetes de agradecimentos e sorrisos de crianças.

Andreza Rodrigues e Thuane Campos

sábado, 23 de novembro de 2013

Crítica do espetáculo "Das ruas, um Orfeu de mochila" - Satyrianas

Apresentamos no evento Satyrianas - Uma saudação a primavera no dia  17 de Novembro, e recebemos a critica de um dos satyrianos. Veja abaixo:

Os mitos vêm, invadem e não pedem permissão para lembrar o quão fundamentais são, muito mais que apenas atuais, na nossa história. “Das Ruas, Um Orfeu de Mochila” se apresentou na Praça e tinha um ritmo O grupo se apoia na narrativa épica e acrescenta canções e os dramas dos próprios atores, jovens entre 16 e 36 anos. Além de integrar a rotina de comunicação, celulares e tecnologia, a peça reflete sobre a condição dos relacionamentos amorosos e joga com segurança na história de Orfeu. No entanto, tudo isso é pano de fundo para algo mais profundo. A montagem traz uma discussão sobre a posição dos centros das grandes cidades como ícone de negócios e, principalmente, cultural. Orfeu se apaixona por Eurídice, que mora do outro lado da estação de trem. A força que impulsiona Orfeu deixa claro que é preciso mais que amor para se transitar como cidadão no caos urbano. O amor, então, fere a rotina do calmo vilarejo e seus moradores reivindicam que tudo volte ao normal. A crítica aqui não parece ser, de forma alguma, da inverdade de que os centros detém do “progresso cultural” e os moradores da periferia precisam se deslocar para consumir cultura. O ponto relevante é como se dá esse movimento. No caminho para essa ideia, o grupo aposta em canções ao vivo, as letras parecem de autoria do coletivo e ao acompanhamento de violão, tambores e pandeiros. Ressalto um investimento tanto na execução dos instrumentos musicais e na voz. Representar em espaços públicos conta com o imprevisto de sons que entopem a cena (ainda que seja comum dialogar com o ambiente e aproveitar-se desses mesmos “imprevistos”, a questão não é essa), me refiro intensificar os estudos nos instrumentos e voz, afinação e execução. Por fim, perceber que existe unidade na montagem e que o grupo se divertiu.
que já era possível identificar: Eles não são da cidade. E é o que a narrativa explora, uma releitura do mito de Orfeu em diálogo com a dinâmica urbana de centro/periferia.

Por Leandro Nunes

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Anotou na sua agenda os dias das nossas apresentações?? Como assim? Não perca tempo. Orfeu e sua galera vão agitar e alegrar. Venha com a Tô em Outra ver essa linda história. Soltaremos esta história ao vento, e você sentirá essa brisa suave passar em seu rosto, ouvir essa música leve e firme se infiltrar em seus ouvidos, te fazendo sorrir e cantar conosco.

Andreza Rodrigues


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Satyrianas - Uma saudação a Primavera 2013

Para saudar a primavera a Companhia de Teatro Os Satyros fazem um evento de 78 horas com música, teatro, dança, circo, cinema, etc, conhecido como "Satyrianas". 
Começara no dia 14 e terminará no dia 17 de Novembro.
Nós iremos apresentar "Das ruas, um Orfeu de Mochila" no dia 17 de Novembro às 15h na Praça Roosevelt.
Aproveite esse feriado para apreciar essa saudação a primavera!
Todas as atrações serão gratuitas!
Abaixo um teaser do longa produzido recentemente que fala mais sobre o "Satyrianas"


Para mais informações entre no Satyrianas.


domingo, 13 de outubro de 2013

Oficinas de Teatro

Todos caracterizados para sair na comunidade
A Tô em Outra Cia está realizando Oficinas de Teatro desde Setembro aos domingos no CEU Jaguaré para crianças de 7 a 13 anos.
Hoje saímos pelas ruas da Vila Nova Jaguaré para comemorar o dia das crianças e divulgar a festa que terá no CEU Jaguaré dia 19 de Outubro de dia das Crianças, a festa começará as 10h.


 
Indo nos caracterizar
Foi um ótimo dia. As crianças se divertiram e nós também!


Oficinas de teatro para crianças
Local: CEU Jaguaré
Endereço: Av. Kenkiti Simomoto, 80 - Jaguaré.
Horário: Domingos
7 a 9 anos - 10h às 11h
10 a 13 anos - 11h às 12h
Mais informações entrar em contato conosco.